VOCÊ É COMPROMETIDO OU ENVOLVIDO EM TUDO QUE FAZ?

Não é de hoje que ouvimos relatos, reclamações e exclamações de forma exaustiva de empresários e líderes queixando-se da falta de comprometimento dos seus funcionários. Já há algum tempo que venho observando, pesquisando e avaliando o dia-a-dia das pessoas no que se refere a esse fator tão presente no nosso dia a dia o quanto queremos o comprometimento dos nossos colaboradores e o quanto temos de seu envolvimento dentro da organização.

Se pararmos para pensar, veremos que as pessoas envolvidas dançam conforme a música, ou seja, seguem à risca aquilo que lhes é conferido, uma vez que a responsabilidade pelo feito é sempre do outro, e nunca delas.
Isso acontece porque as pessoas, em geral, têm limitações para avaliar situações que envolvem muitas alternativas e acabam saindo do foco, seja por sua simplicidade ou pela baixa exigência de esforços. Essa visão parcial de um complexo sistema é responsável por grande parte dos fracassos profissionais. Quando falamos em fracassos, não devemos nos ater somente à força de trabalho e sim à liderança, pois esta exerce um papel primordial para estimular o envolvimento e o comprometimento da equipe.

Faço aqui um parêntese para relatar um típico caso de envolvimento e comprometimento baseado no filme “O Diabo Veste Prada” o filme é antigo cerca de 11 anos mas, as situações retratadas neles pela protagonista Andy é muito presente, inicialmente atua como profissional envolvida, fazendo tudo o que lhe é pedido, esperando a todo momento elogios, quando na verdade ela está cumprindo o papel para o qual foi contratada- características mínimas esperadas por qualquer empregador. Após alertada por um colega de trabalho, ela muda sua atitude e seu comportamento. A partir daí ela se envolve e se compromete, ou seja, realiza bem suas tarefas e, além disso, agrega valor. O maior exemplo de valor está no momento em que sua superior lhe dá o desafio de encontrar o livro do Harry Potter para as filhas. O desafio e a demonstração de pró-atividade foram tão grandes, que ela não só conseguiu o livro (envolvimento, mínimo esperado), como também tomou a iniciativa de despachá-lo para as filhas de forma que pudessem ler durante a viagem (comprometimento – agregar valor ao trabalho), ou seja, gerou resultado acima do esperado.

Talvez possamos dizer que ser envolvido é fazer o que as pessoas mandam e ser comprometido é fazer o de que as pessoas precisam.

Devemos ter em mente que o nosso sucesso e o sucesso da organização dependem da forma como se constroem valores. Portanto, o sucesso ou o fracasso é responsabilidade de ambos. Porém, como quem faz a empresa são as pessoas, acabamos sendo analisados e avaliados constantemente por nossos parceiros e colegas e, nesse caso, podemos dizer ainda que envolvimento e comprometimento estão ligados às ações de compreensão ou de julgamento que as pessoas fazem de si mesmas e uns com os outros baseados em fatos e ações, e dependendo do comportamento adotado, poderá reproduzir o sucesso ou o fracasso de nós mesmos.

Dessa forma, é nosso dever ficarmos atentos a tudo o que acontece a nossa volta. Precisamos fazer leituras do ambiente onde vivemos, estabelecendo compromissos e acima de tudo definindo foco e objetivos para nossa vida.

Sendo assim, estaremos construindo nossas ações de forma sólida e deixando nossa marca positiva, como fez a Andy quando concretizou o objetivo proposto, quando ingressou na empresa e quando julgou realizado, partiu para o próximo desafio, contando com as referências positivas de sua verdadeira líder, o que contribuiu para estimular o seu desenvolvimento pessoal e profissional.

Histórias como essas nos levam à reflexão sobre nosso verdadeiro papel enquanto “ser” e enquanto profissional, que efetivamente veio para cumprir “missão”. E nossa missão é a de construir nossa vida calcada em carreira sólida e baseada em valores.

E agora te pergunto você é comprometido ou envolvido?

 

QUEM NÃO MUDA – DANÇA!

Mudança é a palavra do momento, seja em âmbito pessoal ou profissional a capacidade de mudar, se adaptar a novos cenários e se manter em constante transformação é um dos grandes desafios para quem quer viver uma vida plena e feliz.

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos. Fernando Pessoa

As belas palavras de Fernando Pessoa nos faz refletir que romper paradigmas constituídos ao longo de uma vida e se desvencilhar daquilo que se acredita para então reaprender ou mesmo dar uma nova roupagem a um velho comportamento não é
uma tarefa fácil, no entanto, seguir na contramão da mudança pode significar o fracasso em vários aspectos da vida.

Há aproximadamente 2 anos eu mudei! Mudei tudo! Saí da zona de conforto e fui viver uma vida de um jeito que eu nunca havia planejado. É isso mesmo! Saí do planejamento, do calculado, do imaginado, todo aquele projeto criado por mim com base nos meus anseios e valores. O resultado? Novas possibilidades, desafios, aprendizados e muita história para contar.

Você pode mudar o cardápio, a roupa, as cores favoritas, o trajeto para a faculdade, como também mudar de emprego, de cidade ou simplesmente a forma como você olha para determinada situação. Depende de você!

Mahatma Gandhi sugere que se quisermos progredir, não devemos repetir a história e sim fazer uma nova história. Isso só é possível quando se toma a decisão de mudar. Mudar em prol de um sonho, um objetivo, uma causa específica.  O que tem atrapalhado seu progresso? O que efetivamente falta para que tal situação tome um rumo diferente?

Fazer as mesmas coisas e esperar resultados diferentes é uma frase muito conhecida criada por um dos pais da ciência moderna Albert Einstein, na ocasião, ela categorizou esse comportamento como algo insano, fazendo menção à loucura e ao desequilíbrio mental, ou seja, não se pode conceber sonhar, imaginar, querer e muitas vezes não realizar determinado desejo e/ou projeto sem se dar conta de que algo está errado. Somos os autores da nossa história e as ações de hoje serão determinantes na construção do nosso futuro. Pense nisso!

Como seria se você tivesse a chave para superar o medo da mudança? Nós enquanto coachs podemos te ajudar, mas na verdade depende mais de você do que do próprio profissional. Aqui vão algumas dicas para um exercício diário, de muita persistência e que garantem incríveis resultados. Vem comigo!

  • Aceite o medo:

Converse com pe
ssoas próximas ou mesmo com um profissional sobreo que você sente em relação a tal mudança. Alguém de fora pode esclarecer fatos que às vezes você não consegue enxergar. O princípio do medo é a proteção, então muitas das vezes, nós ignoramos o medo por mero instinto e não tentamos compreender as razões, que envolvem inúmeras variáv
eis, por exemplo, uma pessoa que tem medo de ser transferido para uma cidade grande, é perfeitamente aceitável e importante que se tenha medo em função dos altos índices de violência, agora por outro lado, existe uma possibilidade imensa de novos desafios profissionais, ciclos de amizades, outras experiências, enfim, vale a pena, compreender sobre o que pode ser feito com relação a essa percepção como forma de criar novas possibilidades de desenvolvimento pessoal e profissional. Portanto, aceite e compreenda as razões que travam suas ações, liberte-se.

  • Objetivo:

Tenha claro o seu objetivo e defina um plano de ação para toda e qualquer mudança que você queira realizar.

Por exemplo: Seu objetivo é abrir um novo negócio? Conheça as necessidades do mercado, tenha conhecimento do público alvo, conheça o produto, busque profissionais especializados que lhe ofereçam tranquilidade na tomada de decisão.

Tenha sempre um check-list das suas ações em prol do que pretende realizar, siga o passo a passo rumo a realização do seu projeto.

  • Perdas e Ganhos

Reflita sobre o seu processo de mudança de comportamento, processo empresarial, emprego, enfim ,o que você ganha e o que você deixa de ganhar agindo de forma diferente.

Esse é um excelente exercício que funciona como um norteador das nossas ações. Você passa a perceber a situação de forma nítida, e fica realmente preparado para as consequências da mudança que afinal são muitas, entre positivas e negativas, o que se sabe, é que agir de forma consciente favorece o aprendizado e engrandece a trajetória de quem se permite ir além.

  • Paciência

Heim?! Não é da noite para o dia ok? Todo processo de transformação exige tempo para que você assimile melhor e usufrua de forma consistente dos benefícios e aprendizados. Conforme  o objetivo você pode demorar dias, semanas, meses até anos para colher os resultados de determinada mudança, o legal mesmo, é acompanhar e estar atentos as pequenas evoluções diárias e se alegrar com elas, e por que não se recompense por isso.

  • Plano B

As coisas podem dar errado? SIM! Claro que sim! Muitas coisas dependem do nosso esforço e dedicação, outras ficam a cargo do ambiente, cenário, enfim, ter uma segunda opção com base na mudança inicial é sempre muito importante, apesar de que o fato de mudar algo mais simples até algo bem complexo em nossas vidas, já é uma grande vitória, agrega experiências e nos livra da inércia de sempre esperar …  esperar …. algo bom acontecer!

Está preparado?  É tempo de mudar!

Comece hoje!

 

 

O QUE É OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO PARA VOCÊ?

Certa vez, Max Gehringer  escreveu em um de seus  artigos cujo título deu chance a uma pergunta: o que é oportunidade? O próprio Max a respondeu. “ É aquilo que você quer muito, mas, de tanto querer, não consegue enxergar”.

A palavra “oportunidade” deriva de “porto”. “Os antigos e heroicos marinheiros sabiam que, se as caravelas não aportassem em um local seguro, correriam um risco de ficar à deriva, encalhar ou naufragar, que é obrigação do porto sair em socorro das caravelas”.

Mas o pior, mesmo, é quando o já estressado marinheiro passa pelo porto ansiosamente procurado sem conseguir avistá-lo.

Mas o que fazer para não perder as oportunidades quando essas passam por nós? Como reconhecer que certo evento enseja oportunidade? A habilidade para identificá-las é rara e não pertence a todos? Ou existe um processo que permite identificá-las?

A melhor definição de oportunidade que encontrei vem de Fernando Pessoa “ fenômeno exterior” fazendo uma analogia para o mundo dos negócios, existe lá fora algo que poderá motivar uma iniciativa da sua parte, isto é, ser por você transformado em consequências vantajosas, em realização pessoal e resultados financeiros.

Com a definição de oportunidade dada por Fernando Pessoa como pano de fundo, o ponto que desejo atingir é o seguinte: chega o momento de decidir o tipo de negócio em que você investirá. Como tomar essa decisão? Que tipo de negócio deve escolher? Em que momento?

Normalmente a ordem dos acontecimentos é o seguinte: você mergulha no processo de autoconhecimento, define sua visão de futuro, define as características do negócio em que investirá em função da compatibilidade deste com seu perfil, define o negócio, os produtos e serviços que viabilizarão esse negócio, e pôr fim a estrutura da empresa. No entanto, sabemos que nós seres humanos que somos, não funcionamos dessa maneira segmentada e ordenada, muito pelo contrário, em geral os pensamentos aparecem juntos e em turbilhão. É por essa razão faz–se necessário entrar no processo de autoconhecimento, e esse processo não tem prazo de duração, é impossível precisar quando se inicia e quando termina. A priori, o empreendedor acumula um repertório de reflexões que, paulatinamente, habilitam – no a tomar decisões.

NECESSIDADES DE MERCADO E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS

Por onde se inicia um negócio?

Inúmeras vezes, essa pergunta foi respondida da seguinte forma: “ A primeira coisa que se tem a fazer é alugar um imóvel. Em seguida, corre atrás de móveis nem que sejam usados, o estritamente o necessário para o início do negócio. A próxima providencia é comprar a máquina que vai produzir seus produtos. Não esqueça de tentar financiamento para essa máquina. Serão necessários também, materiais de escritório, computado, etc. Próximo passo contratar funcionários. Não esquecendo de contratar uma faxineira pelo menos uma vez por semana, os clientes podem ficar mal impressionados caso o ambiente fique sujo. Escolha um escritório de contabilidade de sua confiança, pois ela deverá registrar juridicamente seu negócio. O último passo, evidentemente, é divulgar seu negócio. Faça uma fan page, crie um blog e divulgue nas redes sociais. Daí em diante, é só aguardar os clientes. Boa sorte!”

No caso desse empreendedor, muita sorte é pouco ainda. Não é esse o raciocínio correto na abertura do negócio. Esse é um caminho certo para o fracasso. Por quê?

Não se inicia um negócio pela montagem da empresa para depois definir quais produtos e serviços a serem ofertados, quais clientes se pretende atingir e o que é pior quais as necessidades desse público.

A própria definição de oportunidade de Fernando Pessoa confirma esse raciocínio. O caminho das empresas de sucesso orientadas para o cliente é outro: primeiro identificam as necessidades de mercado que se pretendem satisfazer, em seguida procuram conceber o tipo de produto e serviço que atenderão essas necessidades. Por último, desenham a estrutura produtiva, administrativa e operacional que possibilitará tais produtos e serviços.

É valido afirmar que uma das vantagens a definir o negócio é a obrigatoriedade implícita de se identificarem as necessidades dos possíveis clientes a serem atendidas pelos nossos produtos e serviços.

É por esse motivo que o primeiro desafio ao empreender, depois do exercício do autoconhecimento, é a definição do negócio, que permite inclusive que todos aqueles direta e indiretamente envolvidos com a empresa – clientes, sócios, funcionários, fornecedores e familiares – enxerguem-no da mesma maneira.

Um mesmo negócio pode ser encarado de formas distintas. Isso faz com que cada agente caminhe em sentido diferente. E com tantos sentidos diversos, a empresa perde o rumo. Na realidade, essa falta de definição do negócio leva muitas empresas ao fracasso, não apenas porque seus produtos ou serviços não atendem de fato às necessidades dos consumidores, mas porque seus sócios enxergam o negócio de maneiras distintas e imprimem cada qual um rumo diferente às suas atividades e às da própria empresa.

As ações individuais são motivadas por anseios diferentes que vislumbram, impondo caminhos diversos e até antagônicos. Neste tipo de empresa, é comum que um sócio entenda que o negócio exista para satisfazer necessidades distintas daquelas imaginadas pelo outro sócio. Cada sócio enxerga razões e motivações diferentes para a existência da empresa. Seus discursos são incompatíveis, suas ações não se complementam e pior do que isso, chocam se muitas vezes. Em contrapartida, acerta-se na direção quando os sócios enxergam o negócio da mesma maneira e desencadeiam ações no mesmo sentido. O objetivo passa a ser único, o discurso se torna homogêneo e os resultados mais positivos.

 

SUA EMPRESA ESTÁ FALINDO? NÃO É CRISE É MÁ GESTÃO!

No ano de 2016, as micro e pequenas empresas foram responsáveis por 61,8% dos pedidos de recuperação judicial, conforme dados da Serasa Experien.

Embora a crise econômica no país promova instabilidade nos resultados dos empreendimentos é a má gestão que favorece a falência e nesse sentido é importante que os empresários estejam atentos aos sintomas.

Para a maioria dos empreendedores, o negócio é como um filho. Ele investe todo o amor e economias para que sua empresa cresça e dê certo. Admitir que um sonho fracassou e parar antes que tudo piore é um desafio para o empresário que muitas vezes demora a perceber os sinais e se distancia de uma possível reestruturação empresarial.

Fique atento a 5 dicas para manter a saúde da sua empresa:

1 Respeite seu negócio

O foco no empreendimento e a atenção as demandas que surgem no dia a dia é fundamental para que o empresário tenha clareza do que vem acontecendo no seu negócio. Respeitar a empresa significa se comprometer, estar presente, cumprir as regras básicas, como é o caso de ter um horário específico para chegar, colocar em prática a rotina de atividades, não deixar para depois as ações que precisam ocorrer hoje e principalmente  ter consciência  de que a percepção que o empresário tem do negocio e a forma como ele age diante disso tem uma relação direta com o que o funcionário pensa sobre a empresa. Dessa forma, se você acredita que sua equipe não veste a camisa ou não se compromete o suficiente, comece a analisar se você respeita o seu negócio, como deveria.

2 Separe pessoa física de pessoa jurídica

Se você ainda acredita que ao longo do mês tem o direito de retirar valores no caixa para quitar despesas pessoais, pare tudo agora! Faça uma análise da atual situação da sua empresa, seus custos fixos, variáveis, últimos resultados, etc. e avalie o que cabe no orçamento como forma de retirada. Isso mesmo! Indagações como: Preciso pagar minhas contas! Eu trabalho aqui o dia todo, tenho direito a um salário! Ou qualquer coisa do tipo é um sinal de que sua empresa não vai se manter por muito tempo. Se o pró-labore que sua empresa pode pagar hoje, não é suficiente, alinhe sua estratégia, procure formas de ampliar seus lucros, e a partir daí, comece a aumentar suas retiradas, do contrário, você terá uma surpresa desagradável em breve.

3 Ouça os especialistas

A assessoria empresarial tem a função de acompanhar o empresário na estruturação / reestruturação do seu negócio e com base em um levantamento bem estruturado é possível ter clareza da real necessidade da empresa, seus pontos fortes, fracos, onde é preciso “estancar” e onde cabe ampliação e investimento. Essa é uma prática comum, em especial para empresas que tem o corpo diretivo focado nas questões operacionais, que de fato são muito importantes, mas totalmente dependente de uma gestão eficiente, que otimize resultados e promova desenvolvimento. O mercado mudou muito, as coisas acontecem de forma rápida e ser realista quanto a necessidade do empreendimento é fundamental para que as medidas sejam tomadas de forma assertiva e suficiente para a manutenção das atividades. Mas atenção. É fundamental que você esteja aberto a opiniões contrárias, e avaliar críticas e sugestões com humildade: muita gente pode te ajudar se você souber ouvir.

4 Mantenha o foco

Defina o que é importante para você! Somos incentivados diariamente a sair do foco. Novas propostas, perspectivas, negócios aparentemente mais atrativos, entre outros fatores que tendem a tirar a atenção do empresário. O que é importante para você? Qual a sua prioridade? Reflita sobre isso, e faça tudo em prol desse objetivo. A empresa precisa de atenção e o olhar constante do empresário faz toda a diferença. Esteja atento as necessidades do seu negócio, se aproxime dos colaboradores, ouça o que eles tem a dizer, direcione suas energias para o que deve ser feito, dessa forma, você consegue se antecipar aos problemas e ser eficiente nos processos a ponto de garantir a manutenção da empresa no mercado competitivo.

5 Atitude

O conhecimento do passado e as projeções futuras de uma empresa é o ponto de partida para se organizar um caminho de sucesso, no entanto, não são suficientes para concretizar qualquer possibilidade de ascensão. A atitude transforma a realidade de uma casa, uma empresa, uma cidade, um país. O seu negócio precisa de você! Os problemas que ocorrem na sua empresa são de sua responsabilidade, assim como as coisas boas também. Suas ações têm sido assertivas ou destrutivas? Já pensou sobre isso? Fazer por fazer, sem avaliar as consequências, não faz o menor sentido. Se informe, entenda o que sua empresa precisa e FAÇA!