QUANDO A TRAGÉDIA VENDE MAIS QUE A SOLUÇÃO

Somos bombardeados diariamente pelas mais variadas ofertas disponibilizadas pela mídia acerca do que pode ser para nós um produto e/ou serviço milagroso, aquele que resolve todos os nossos problemas.

Seja crítico, questione, mas principalmente saiba o que você precisa e busca. A vulnerabilidade do consumidor, tem criado um ciclo onde só uma parte ganha! Não perca seu tempo e seu dinheiro com qualquer oferta, invista em você!

“Emagreça com saúde em 7 dias”, “A chave para o sucesso profissional” “Seja feliz no seu casamento” entre tantos outros que tem um apelo comercial fortíssimo mais sua efetividade nem sempre é compatível com o esperado.

Me diga uma coisa! Por que, você quer emagrecer? Por que chegou a essa conclusão? Como se sentirá com 4,5 ou 8 quilos a menos? O que está por trás desse desejo? Desculpa, mas enquanto pelo menos parte desses questionamentos não forem sentidos e internalizados dificilmente haverá um resultado saudável, efetivo  e que seja capaz de inspirar quem está a seu redor.

Emprego dos sonhos não existe, o que existe é você fazendo aquilo que sabe e  gosta de fazer, aí sim, será o melhor na sua área, sentirá que sua habilidades estão sendo bem aproveitadas, os resultados vão começar aparecer, sua auto estima sobe, e aquele sonho começa a e tornar realidade. QUEM É VOCÊ? O que espera da própria vida?

Pare de procurar respostas onde não existe! Se quiser algo consolidado, invista em você, através de um profissional sério, que evidencie suas habilidades, pontos de melhorias, principais competências, coisas que às vezes, nem mesmo você sabe que consegue fazer. Se descubra! Entenda que as respostas estão em você, e o coaching vem ganhando espaço nesse sentido, com técnicas pontuais, trás a tona, a clareza do seu próprio eu, e nesse sentido as atitudes começam a ser mais assertivas e você para de perder o bem mais precioso que é o TEMPO.

O autoconhecimento esclarece suas ações e reações, você poupa conflitos, discussões internas e externas. Conheça seus pontos fortes, de melhoria. É preciso conhecer seus próprios talentos, explorar em si mesmo o que tem de melhor, estabelecer um objetivo claro e que seja mensurável, e por fim, traçar um planejamento de como chegar lá. Seguindo essas regrinhas, meu querido (a), o céu é o limite.

Lembre-se que as respostas estão em você! Sugiro ainda que você aproveite esse início e reflita sobre você, faça uma faxina interior, uma lavagem geral, se conheça! Nossa evolução é constante e se atentar para as mudanças que devem ser feitas é o primeiro passo para uma vida pessoal e profissional de muitas alegrias e conquistas.

Busque orientação. Comece hoje! Comece como está! Invista em você!

 

 

 

 

 

 

 

BUSCANDO O IMPOSSÍVEL – SEMPRE O JEITO MAIS CERTO DE PERDER O POSSÍVEL

 

Tudo é POSSÍVEL para quem quer. Verdade? Não exatamente, se tivéssemos a clareza da lagartixa, não haveria perdas em nossa existência: a cada pedaço de cauda cortada, outro seria feito espontaneamente. Qual o simbolismo da lição da lagartixa?
Em primeiro lugar, o que é POSSÍVEL? E o IMPOSSÍVEL? O que é o tudo? Podemos tudo? Sim, podemos tudo. Se entendermos que tudo é o que está ao nosso alcance. A cada vez que realizamos uma plenitude, de momento a momento, estamos alcançando o tudo. E o tudo é, portanto, sempre parcial em relação ao todo universal, porém sempre completo em si mesmo.
Ou seja: existe no universo todas as POSSIBILIDADES DE REALIZAÇÃO à nossa disposição. Só que, por força de estarmos agora num campo limitado e de estarmos sujeitos às interferências dos movimentos energéticos que não nos pertencem, não nos encontramos capacitados a vivenciar está PLENITUDE SEM LIMITES, a não ser que alcancemos neste campo material um tal grau de fé. Compreensão e transcendência que nos permita a tranquilidade suficiente para enquanto matéria, atravessar com segurança e certeza os limites da nossa dimensão para viver simultaneamente todas as outras faixas energéticas nas quais, em realidade, existimos. Mas isto seria uma raridade para nós mortais.
Na verdade, PARA TER A SENSAÇÃO DA SATISFAÇÃO, não precisamos nem ir longe, pelo contrário: quanto mais vivenciamos o que cada momento nos oferecem com tudo que oferece, no raio exato do que nossa clareza pode tocar, nossa mão e nosso sentimento, porém compreender, mais certas as nossas chances de experimentar a felicidade – SE ENTENDERMOS FELICIDADE A VIVÊNCIA DA SATISFAÇÃO, O ESTAR DE BEM COM A VIDA.
O que normalmente nos confunde é exatamente e – apenas, tentar olhar mais longe do que a visão enxerga, pegar o que está fora do alcance, insistir em viver o que não pertence, neste momento, ao nosso raio de ação, ainda que possa vir a entrar nele posteriormente. Mas o futuro não interessa, porque o futuro, embora funcione como referencial, é sempre móvel, portanto, ilusório, até que se concretize – e aí já é presente.
Olhar para o objetivo fora do nosso alcance (o impossível) com rigidez é pura perda de tempo. CONCENTRAÇÃO, E NÃO DISPERSÃO, este é o segredo da lagartixa, que permite que refaça concretamente a matéria perdida. Se estamos concentrados no aqui e agora, no controle de todas as potencialidades viáveis diante do que o que o momento propõe, nossa força será muito mais ampla e completa e pode nos permitir conseguir o máximo (que pode ser o total de ofertas daquele momento) e ter a sensação de não só realizar o POSSÍVEL, mas, muitas vezes, também o que parecia IMPOSSÍVEL.
Porque o POSSÍVEL pode parecer IMPOSSÍVEL se nos distanciarmos dele desconcentrando a nossa atenção, pois ao nos fixarmos em pontos mais distantes não percebermos aquilo de que realmente somos capazes agora. E se por acaso nossas reais e atuais capacidades, embora desapercebidas, se torna realizações, temos a ideia de ter alcançado o impossível.
Portanto, não se lance na busca dos objetivos fora do alcance. Trace sua meta, porém se jogue concretamente na etapa que se apresenta para ser vivida agora, conforme se apresenta. Saltar degraus pode levar a um mero tombo.
Na verdade, nada é impossível, no sentido lato. Todo elemento componente do Universo está capacitado a vivenciar qualquer uma de suas instâncias. Mas, por força da estrutura própria do campo material com seus obstáculos, sempre haverá para nós estas ideias do sim e do não, do que pode e do que não pode, do POSSÍVEL E DO IMPOSSÍVEL – conceitos e situações que são sempre transitórios e mutáveis, porém reais no momento que se apresentam como tal.
Outra coisa que acontece com frequência, é nos fixarmos nos objetivos “inalcançáveis” como uma sabotagem da nossa insegurança, para nos impedir de alcançar o que podemos e que, muitas vezes contraria as normas vigentes, a nossa formação, as expectativas sociais. E aí vem o famoso “medo de ser feliz” – que ser feliz é meio exceção quando deveria ser a regra. E assumir a exceção, normalmente, gera insegurança. Mas fácil, para sabotar. E estar sempre em busca do impossível, como desculpa para nunca chegar a lugar nenhum.
Mas se você realmente deseja a sua realização, concentra-se no que é viável a que é agora. De possível em possível, alcançará todos os Impossíveis, acredite.

ESSE É O MOMENTO!

Se no fim de 2016 você não traçou qual seria a seu objetivo para 2017, calma! Vamos dar um jeito nisso! Você ainda pode se organizar para um fechamento de ciclo mais satisfatório e produtivo.

De uma forma geral o brasileiro não tem o hábito de se programar para o futuro no entanto é imediatista e tenta materializar seus objetivos de forma rápida e muita das vezes inconsistentes.

Um objetivo é o que move o indivíduo para tomar alguma decisão. Gostaria que você refletisse: Como gostaria de estar em 31.12.2017?  Como seria passar o réveillon desfrutando das suas conquistas? Então, papel e caneta na mão para iniciarmos juntos a construção de um projeto que se tornará realidade em breve, mas para isso seu comprometimento é essencial.

Vamos  nessa?

1º IDENTIFICAR

Temos apenas 6 meses e dentro desse período reflita: Dentro da sua realidade, o que você poderia fazer diferente para alcançar melhores resultados? O que te aflinge? O que vem acontecendo que você gostaria que fosse diferente? Nesse contexto, o que depende de você? Anote tudo para lembrar. Tem coisas que não estão dentro de nossos valores e anseios no entanto dependem de terceiros, para tanto, nesse processo de identificação considere aquilo de depende de você. Exemplo: Programa de emagrecimento: existem várias técnicas, métodos, maneiras diferentes de se fazer, no entanto a execução depende de você. Outra questão que podemos citar se refere ao relacionamento familiar: São maneiras diferentes de se perceber uma mesma situação, no entanto, a sua forma de falar, capacidade de ouvir, depende da sua predisposição de se colocar no lugar do outro. Da mesma forma para a aprovação no vestibular, dar mais atenção para a família, ser um profissional melhor, enfim, é contigo!

2º PLANEJAR

Ok! Depois de anotar observe bem, tudo que escrever e vamos para o planejamento das ações. Para cada ponto mencionado:

Como você vai agir / reagir?

Com qual intensidade? Quantas vezes por semana?

De que forma? Qual abordagem?

Esse segundo passo, diz respeito ao método que será utilizado por você para a realização do seu objetivo. Afinal, o sucesso ou fracasso do se 31.12.2017 depende de você!

3º EXECUTAR

Atitude. Colocar em prática aquilo que se sabe que deve ser feito é uma habilidade que desse ser desenvolvida diariamente.

Atualmente, com o avanço da tecnologia temos acesso a inúmeras informações que favorece a nossa compreensão do que efetivamente deve ser feito em nossa vida pessoal e profissional, a grande questão é quanto desse conhecimento é aplicado no seu dia a dia? Já pensou sobre isso? Quanto daquilo que você sabe, você faz? Ou melhor, quantas coisas você faz sabendo que não deveria fazer?

Um dos mais renomados filósofos da atualidade, Mario Sergio Cortella, esclarece que “Mudar é complicado, mas se acomodar é perecer”.

Se aproprie das etapas 1 e 2 construídas por você e FAÇA!

Lembrando sempre que DEPENDE DE VOCÊ!

Nos vemos no réveillon!

 

MAS FALE PRINCIPALMENTE COM VOCÊ

Você passa na frente do espelho, se olha meio assim meio de lado, de sorrateio e vai embora. Vários dias. De repente, você se vê numa situação e não sabe como agir, é surpreendida pelos acontecimentos e por uma total falta de definição, dentro de você a respeito do que fazer. Você acorda de manhã e não tem ideia alguma de como levar o seu dia, procura suas motivações e não encontra, e se pergunta? “ LEVANTAR DA CAMA PARA QUÊ?”

Essas são situações frequentes que acontecem conosco, vamos andando pela vida feito zumbis, sem nos darmos conta de que estamos vivendo, passamos de um acontecimento para outro sem deixar ou sem receber nenhuma marca, nenhuma impressão. Sempre na superfície. Tem coisa pior que passar a vida em branco? Tem coisa pior do que a ideia de que perdermos uma oportunidade, a sensação de que seguramos alguma coisa que escorregou entre nossos dedos, porque não sabíamos exatamente se queríamos ou não segurá-la? Ou porque não estávamos preparados para fechar os dedos?

Por que estamos sempre acompanhados dessa eterna sensação de confusão? De não sabermos exatamente o que queremos, por que queremos? por onde ir, o que fazer de nós mesmos, dos nossos desejos? Por que estamos sempre presos em sonhos inalcançáveis, a fantasia que temos certeza que nunca irão se realizar e temos tanta dificuldade de mergulhar na realidade, de pôr o pé no chão e saborear a vida real com tudo que ela tem de bom para nos dar?  Por que somos “ perseguidos” por esta ideia de nunca estamos de fato nos acoplando com aquilo que é nosso para viver? De onde vem tudo isso? Qual é o “defeito” neste encaixe que não nos permite escorregar suavemente, fluir para simplesmente encher e preencher os espaços que pertencem neste mundo?

Muito bem,  será falta de comunicação? Só que antes de nos comunicarmos com os outros, com o mundo, com a vida, é necessário que aconteça a intercomunicação ou seja , a comunicação conosco mesma, e este é outro aprendizado que ninguém nos deu. Muito pelo contrário, fomos acostumadas a simplesmente a reagir ao que nos é colocada, a obedecer sem discutir e mais ainda, sem nos perguntar a respeito do que pensamos , como sentimos e do que desejamos diante a cada situação proposta. Simplesmente nos acostumamos a reagir automaticamente, sem questionar, ou engolindo os questionamentos. Questionar parece um palavrão. A atitude de fazer perguntas, de querer saber, de tentar analisar e discutir as situações que outros nos colocam desde pequemos como as que devem ser vividas é tomada geralmente como rebeldia, como má-criação, como alguma coisa que não se deve fazer.  Sempre que nos posicionamos neste sentido de tentar discutir alguma “ordem” dada, alguma situação que a sociedade convencionou que é a que deve ser vivida e da maneira como todo mundo acredita que deve ser, somos tomados como pessoas indigestas, incômodas e que ferem o padrão. Evidentemente, isto vem acompanhado sempre de uma sensação de culpa e vai gerando uma insegurança crescente que impede que a gente se posicione.

Mais uma vez aqui nos habituamos a simplesmente ir dando os passos sem perceber o caminho sobre o qual pisamos. De repente, é claro, nos surpreendemos completamente distantes de qualquer tipo de rumo que desejávamos tomar originalmente na nossa vida, e muitas vezes permanecemos ali simplesmente por não percebermos  haver alternativas. Nos enveredamos por rumos errados pegando desvios atrás do outro, longe do nosso verdadeiro caminho por não  sabermos o que fazer de nós mesmas, não sabemos como dar a volta, como retomar o que é nosso destino, o que nos pertence de fato.

Por que isso acontece? A resposta é bem mais simples do que possa imaginar. Aliás nem sequer paramos para imaginar o que possa ser essa resposta nos termos da sua simplicidade, estamos sempre procurando aquilo que é mais complicado e que nem sempre contém os esclarecimentos.  O que nos leva a ir de confusão em confusão é a falta de comunicabilidade com o nosso próprio mundo interior. Partimos para a vida no sentido cotidiano, desde o momento que acordamos, e ao longo do nosso dia, simplesmente saltando da cama e começando a cumprir todos os rituais e obrigações para os quais o dia a dia nos solicita.

Evidentemente isto vai gerando uma espécie de dormência ou embrutecimento do sentir e também do pensar. É melhor não pensar, é melhor fazer de conta que não está acontecendo, é melhor passar pelo espelho e no máximo dar aquele olhar de sorrateiro, para não nos encararmos e perguntarmos: “Quem sou eu? O que eu quero para minha vida? Quais são meus objetivos? O que eu estou fazendo aqui?” Certamente é difícil fazer estas perguntas porque isto nos levaria a ter que agir, a ter que enfrentar muitas vezes situações que nem sequer nos passa  pela cabeça, modificar e criar. No entanto, isto é um erro.

Antes de mais nada, antes de qualquer passo para fora, é preciso assentar o caminho para dentro, dar todos os dias os passos na direção do nosso “eu” interno, para se perguntar, para se descobrir, para se questionar, para saber com convicção o que somos em nossa essência e colocarmos essa essência para fora de maneira ativa, para que frutifique e possamos colher como fruto aquilo que é a nossa verdadeira semente.

Saberemos exatamente o que fazer diante das situações, não talvez de uma forma pensada, mas sim de uma forma existencial, se tivermos um mínimo de domínio do nosso universo interno. Manter um diálogo interno, sem pressões, sem culpa, sem cobranças é o modo de estarmos sempre prontas para enfrentar as diversas situações que nos são apresentadas no dia a dia. É Essencial  mantermos nosso equilíbrio, ser nossa maior incentivadora, aquela que mais nos entende…se não começar por nós mesma não adianta ficar esperando o estimulo externo, a compreensão , a aceitação do outro. Ninguém vai nos entender, vai nos querer bem, se nós não formos as primeiras a fazer isso, como se estivéssemos dando um sinal verde que diz. “ Eu permito que você me ame.”   

Portanto, ao passar diante do espelho várias vezes e perceber que não está conseguindo se olhar nos olhos, volte um pouco para trás, ponha-se de novo diante do espelho e o encare. Converse com você, pergunte a você mesma o que está acontecendo. Por que não está conseguindo sequer olhar para você mesma por fora, que dirá por dentro. E então recomece a conversa, e habitue-se a ela daqui para a frente de uma vez por todas. Desta maneira você está dando a partida correta para estabelecer as suas relações com o mundo, com os outros.  Dessa maneira, você vai se sentir finalmente existindo, percebendo, permitindo-se, perceber sua própria existência, sem julgamentos a respeito de você mesma.