NÃO CHORE SOBRE O LEITE DERRAMADO

De onde será que vem este dito popular? É de se imaginar o efeito realmente inútil no sentido concreto mesmo, de lágrimas verdadeiras caindo sobre o leite que se derramou e fazendo nada mais que uma lambança crescente?
Um monte de bobagens tudo isto, não é? Ficar falando destas imagens figuradas como se elas correspondessem a uma tradução literal da verdade. No entanto, assim é.
Não há palavras que se perca do significado que transporta. Frase que não aponte um sentido, um rumo, não seja o elo indispensável de uma continuidade.
Assim, estudando as palavras e buscando o sentido das frases, descobrimos, através de um exercício fácil, a importância destes elos de continuidade.
Quando caminhamos na vida não podemos carregar o tempo todo toda a nossa mudança nas costas. É impossível ir aglutinando, aglutinando, todas as coisas que conhecemos, que possuímos, que vivenciamos. Fosse assim, nos auto destruiríamos definitivamente por falta de suporte. Como rebentamos toda vez que tentamos acumular mais do que é devido.
Muitas coisas, inevitável e necessariamente, deverão ficar para trás. Deixar de existir num certo ponto do nosso caminho. Como uma função cumprida. E encerrada. Outros elementos mostrarão a continuidade, e é muitíssimo importante manter esta percepção aberta e atenta para podermos nos equivocar o mínimo possível quanto ao que fazer da nossa vida.
O “leite derramado” é, portanto nada mais do que aquilo que ficou para trás. A porção que de propósito ou acidentalmente, se destacou e se separou de um conjunto por ter se tornado, por algum motivo, supérfluo. Mesmo que não estejam claras para nós as razões e determinantes daquilo que possa parecer uma perda ou incompetência, o leite derramado – há que lidar com o fato: o que está feito está feito, e há que se tomar as providências, agir a partir dali.
O leite derramado é um acontecimento suficientemente forte para nos dizer que não existe meio de remendá-lo. O que quer dizer que ele é uma ordem de revisão, de reposicionamento. Pode servir apenas para nos fazer refletir e ver que temos tanto, que aquele tanto não faz diferença – nos dando a consciência de um momento de conforto em nossa vida.
Pode nos deixar aflitos porque o que se foi deixou uma lacuna que tem que ser preenchida de algum modo – o que é um “cutucão” para nos fazer ir buscar um preenchimento mais firme e cuidadoso, mais condizente com a situação, talvez.
O leite derramado vai testar ainda a nossa capacidade de exasperação ou de calma. A nossa habilidade em lidar com os problemas inesperados da forma mais rapidamente eficaz, sem atropelos: é preciso não ir tão depressa que os dedos se queimem, nem tão devagar que os ranços estejam agarrados e difíceis de limpar.
Portanto, encare: leite derramado não é motivo de reclamações ou queixas – é indicativo de continuidade, é forma espontânea de uma seletividade que muitas vezes nossas fragilidades não estão nos permitindo entender e, principalmente executar. A vida traça por nós “acidentalmente”, quer dizer – sem a nossa participação direta, consciente, mas é claro, acionada por uma vontade de fundo que nos levou a acender o fogo e, “sem perceber”, deixar chegar ao ponto que o derrame – isto é, livrar-nos do que já está esgotado – é inevitável.
Leite derramado? Não chore sobre ele. Não há o que chorar: ele é a concretização daquilo de que inconscientemente queríamos nos livrar. É ou não é?

Do que você tem medo?

Medo de barata, de ficar sozinho, medo do escuro, medo de se decepcionar, medo do fracasso, medo de arriscar, medo da morte, medo de perder as pessoas que ama, medo de não perceberem o seu “valor”, medo das mudanças, do que exatamente você tem medo?
Uma forma fácil de olhar para dentro de si e identificar o que mais te aflinge é a observação. Perceba que se as mãos estão úmidas, os batimentos cardíacos aceleram, a sua cor muda, a voz fica tremula e as ações fogem do seu controle, pode anotar, nesse contexto existe, ainda que escondido algum tipo de medo que tenta ou muitas vezes consegue te dominar.
Todos nós seres humanos sentimos medo e a ciência comportamental explica que essa sensação é uma reação instintiva em defesa de uma ameaça eminente.
Goleman, fala muito disso e de fato, o medo é uma ferramenta poderosíssima para o autoconhecimento, ele está o tempo todo escancarando as nossas fraquezas, inclusive aquelas que escondemos de nós mesmos.
Pare de sofrer e se permita falhar! Se pergunte: o que me levou a agir assim? Por que eu tenho medo disso? Por que essa situação me paralisa? O medo pode existir, ele só não pode comandar nossas ações. Entender onde e quando eles foram gerados também ajuda bastante. O que não pode acontecer é ele te impedir de ser feliz, pense nisso!
O primeiro passo é encarar o medo de frente e ter consciência de que isso é algo que pode ser superado. O medo não escolhe pessoas para se instalar. É o nosso universo interno, nossas memórias traumáticas, que dá abertura para esses sentimentos.
Se conheça!
O assessment é uma metodologia de mapeamento comportamental que através dos 4 perfis básicos (analista, comunicador, executor e planejador) traz de forma muito clara os medos que assolam cada indivíduo, se você já teve a oportunidade de conhecer esse método, leve muito em consideração os medos que foram evidenciados e comece a controla-los no seu dia a dia, caso você ainda não conhece esse processo de autoconhecimento, procure um profissional certificado e nesse aspecto me prontifico a te acompanhar, no sentido de você descobrir o que te trava! Por que você se pega agindo da mesma forma? Qual o tipo de medo que está nas entrelinhas e você ainda não se deu conta?
Se permita!
Chega de discurso e bora colocar em prática ações assertivas que podem se transformar em oportunidades para você e para seu negócio!

DA CAPACIDADE A CONFRONTABILIDADE

O autodomínio é tanto uma função da capacidade quanto da “confrontabilidade”. Quando somos nós os agentes mostramos nossa capacidade, no entanto quando o ambiente começa a influenciar o nosso ser, começa a testar nossa confrontabilidade, ou seja nossa capacidade de enfrentamento.
Nossas capacidades são mensuradas diante a maneira como nos ajustamos as circunstâncias do nosso ambiente exterior. A capacidade é perceptível e tangível da nossa competência.
É uma energia que avança que transparece diante nossas realizações, nossos trabalhos e nos acompanha no curso de nossas credenciais e de tudo que fizermos para romper novos horizontes. Para contrapor, está a confrontabilidade, onde a energia reunida é para enfrentar ambientes totalmente imprevisíveis.
É perceptível as experiências e destrezas acumuladas no ambiente de cada um. O mecanismo da confrontabilidade possibilita ao corpo projetar ondas de adrenalina quando nos deparamos com desafetos.
A maneira como lidamos com dores e perdas também demonstra nossa confrontabilidade. Ao depararmos com dores e perdas diante o contexto vida e trabalho na maioria das vezes ficamos deprimidos, decepcionados. O homem que não consegue lidar com seus fantasmas interiores, vira alcóolatra. Um colaborador esforçado que sonha com uma promoção, perde a tão sonhada promoção e alimenta seu sentimento de perda na forma de uma úlcera.
Quando um ambiente se comporta de maneira imprevisível para nós, temos dificuldade em lidar com ele. Contudo, deixamos de tomar consciência de o ambiente “ lá fora” é simplesmente a interpretação que fazemos dele. Se não interpretássemos a perda de uma promoção como o fim do mundo, certamente não nos sentiríamos tão “pequenos”.
Nossas dores e nossas perdas são aparentemente pedras que o ambiente faz questão de colocar em nosso caminho. Podemos interpretá-las como sendo obstáculos a nossa felicidade ou como desafios maiores que devem ser enfrentados para sermos merecedores de recompensas ainda maiores.
Como estão nossa capacidade de enfrentar as contrariedades? A única maneira de fazer isso de modo assertivo seria enriquecendo a nossa perspectiva daquilo que, a primeira vista, interpretamos como “dor”, ou como “oportunidade perdida” ou pior ainda como um problema.
Valorizar nossa perspectiva nesses problemas exige uma maior sensibilidade na percepção, isso significa que precisamos parar de focar no problema e contemplar a razão para que o que era um problema se torne uma oportunidade.

QUEM ESPERA NUNCA ALCANÇA

Inspirada na música “Bom Conselho” do grande Chico Buarque, tenho refletido muito sobre como as pessoas estão sempre esperando alguma coisa.

Esperando as coisas melhorarem, a crise passar, a novela acabar, o verão chegar, nunca encontra o momento certo para fazer algo que sonha ou deseja.

Ano que vem…. segunda feira… quando me casar… depois da faculdade…. É sempre uma expectativa intensa que permeia a nossa mente e nos remete a inércia, de não alterar o estado atual.

O que falta para você?

No dicionário o verbo esperar remete a: não agir ou não tomar decisões.

O que você precisa fazer para se sentir melhor, para se aproximar dos seus objetivos?

Esperar é expectativa, e expectativa é possibilidade diferente de realidade. Se almeja algo real, palpável, você precisa fazer, executar, mudar, transformar. Esses verbos estão muito presentes no nosso discurso e pouco na nossa atitude. Já pensou se você fizesse tudo aquilo que fala por aí?

É claro que determinados objetivos demandam um processo que antecede determinada ação, já que é impossível defender um réu sem a habilitação da OAB, ou mesmo analisar um exame de sangue sem passar pela graduação em enfermagem, biologia e afins.  Agora, esperar o fim da faculdade ou  a formatura,  não garante em nada o tipo de profissional que você se tornará. É preciso foco e determinação para efetivamente fazer a diferença e marcar sua trajetória de forma consistente e positiva.

Somos constantemente orientados a esperar. Esperar o momento certo, talvez seja a expressão mais comum.  Mas qual é esse momento? Eu só consigo responder a essa pergunta se eu tenho claro quem eu sou e o que eu quero para minha vida.

O autoconhecimento é base para nossas decisões. É o que direciona o que deve ser feito, é o que da sentido a palavra motivação.

Quando você se conhece as coisas ficam mais claras e as atitudes mais assertivas, e o esperar terá um sentido diferente, com data marcada para realização e uma comemoração com sabor de vitória.

Que o agora passe a ser o momento mais importante da sua vida. Se permita! Se conheça! Se posicione!

“Ouça um bom conselho 
Que eu lhe dou de graça
Inútil dormir que a dor não passa
Espere sentado
Ou você se cansa
Está provado, quem espera nunca alcança”

Chico Buarque

 

 

NÃO SE EXIJA DEMAIS: SEJA DOCE COM VOCÊ

Nada melhor que um colo. Quem não concorda? Mas este nosso mundo é o mundo do julgamento. Tudo é classificado em bom e ruim. E esta classificação começa com nós mesmo.

Assumimos e internalizamos desde pequenos essa atitude do autojulgamento. Toda criança desde muito pequena assimila que, se for “boazinha”, será aceita. Se for “má”, será punida.

Isto desenvolve um comportamento que vai nos acompanhando (ou perseguindo) pelo resto da vida. O condicionamento está sempre ali, presente. Como uma determinante, em qualquer situação, automaticamente, nos guiamos para uma atitude que pareça a melhor, que nos coloque sempre aos olhos dos outros como “bons”.

Nem sequer ao caso quanto isto está sendo sincero – não é o que importa. O que interessa é conquistar a posição de convencer os envolvidos de que nos encaixamos do lado positivo do julgamento corrente.

É frequente, também que a gente tente se encaixar na expectativa deste julgamento, no que é genericamente considerado o “melhor”, mesmo que nada tenha a ver com o que realmente somos e pensamos – é mais importante ser aceito a qualquer preço.

Evidentemente, relações com pessoas e situações obtidas através deste processo são baseadas em elos extremamente fragilizados. Qualquer laço montado sobre uma aparência carece de substância, não alcança a profundidade. Portanto, não satisfaz, já que nos deixa, de uma certa forma, ou nos terrenos mais essenciais, de fora dos elos estabelecidos, internamente desconectados.

Mas é extremamente difícil, é lógico, resistir à pressão que colocou este elemento na nossa educação. Correr o risco de ficar só, ser rejeitado, causa estranheza, tomando atitudes que podem até ser para nós as mais corretas, mas que aos olhos dos outros podem ser ruins. A pergunta que fica é: será uma coisa inteligente optar por um tipo de laço que não nos preenche e permanecer num tipo de solidão qualitativa, embora possamos estar até atrelados a uma grande quantidade de coisas? É um caso para refletir.

O pior disso tudo, porém é, sem dúvida, o autojulgamento. A maneira cruel e implacável como nos cobramos acertar. Como ficamos nos perguntando sempre “ onde foi que erramos”. Mesmo quando estamos acusando o outro, quando alguma coisa mostra com evidência que a culpa não foi nossa, é impossível evitar que nos responsabilizemos.

Buscamos com severidade excessiva os nossos erros. E o pior: não os nossos erros reais, mas sempre onde erramos em cumprir a expectativa do outro – e esta procura pode nos impedir a visão para a compreensão de uma vivência.

Perseguidos pela ideia do fracasso e da incompetência, nos exigimos sempre demais. Nos punim
os inconscientemente, entrando em depressões nas quais nos privamos de coisas agradáveis, metemos nossa vida no escuro por um tempo suficiente para ser considerado castigo razoável – e também uma retirada estratégica que permita recompor aquilo que não compreendemos.

Nos colocamos numa posição fragilizada, em que é permitido pedir socorro, apelar para o colo alheio. Se este colo vem – não importa nem se é por afeto, por pena ou obrigação – mas se ele se apresenta, então é um sinal aliviante de que ainda não fomos completamente execrados pelo julgamento dos outros, de alguma maneira ainda somos aceitos. Com esta confirmação podemos então retornar a vida normal. E entrar de novo na roda viciada que vai nos levar ao mesmo equívoco. Ou nos tornamos auto condescendentes em excesso, assumindo uma arrogância que pretensamente mascara a insegurança.

Ora, está tudo errado. Deveríamos usar esta capacidade de autojulgamento para discernir o que é bom e ruim verdadeiramente para nós mesmos. Munidos da nossa verdade, podemos estabelecer relações concretas, reais, satisfatórias – não importa que poucas preencherão com certeza, nossas necessidades.

Consequentemente, aprenderemos a nos amar melhor, a ser mais doces conosco. Aprenderemos que não adianta nada receber o “colo” e o agrado dos outros, se não tivermos o nosso próprio agrado. O amor-próprio. Se não gostarmos de nós, jamais acreditaremos merecedores do que recebemos de bom. Se soubermos que estamos fingindo só para agradar, será impossível, atribuir qualquer valor aquilo que vem para nós.

Portanto aprenda a ser mais doce com você. Não se julgue. Acarinhe-se aprecie verdadeiramente quem você é, defeitos e qualidades. E esteja mais preparado para enfrentar os julgamentos da vida quando eles forem realmente necessários.

 

 

 

 

QUANDO A TRAGÉDIA VENDE MAIS QUE A SOLUÇÃO

Somos bombardeados diariamente pelas mais variadas ofertas disponibilizadas pela mídia acerca do que pode ser para nós um produto e/ou serviço milagroso, aquele que resolve todos os nossos problemas.

Seja crítico, questione, mas principalmente saiba o que você precisa e busca. A vulnerabilidade do consumidor, tem criado um ciclo onde só uma parte ganha! Não perca seu tempo e seu dinheiro com qualquer oferta, invista em você!

“Emagreça com saúde em 7 dias”, “A chave para o sucesso profissional” “Seja feliz no seu casamento” entre tantos outros que tem um apelo comercial fortíssimo mais sua efetividade nem sempre é compatível com o esperado.

Me diga uma coisa! Por que, você quer emagrecer? Por que chegou a essa conclusão? Como se sentirá com 4,5 ou 8 quilos a menos? O que está por trás desse desejo? Desculpa, mas enquanto pelo menos parte desses questionamentos não forem sentidos e internalizados dificilmente haverá um resultado saudável, efetivo  e que seja capaz de inspirar quem está a seu redor.

Emprego dos sonhos não existe, o que existe é você fazendo aquilo que sabe e  gosta de fazer, aí sim, será o melhor na sua área, sentirá que sua habilidades estão sendo bem aproveitadas, os resultados vão começar aparecer, sua auto estima sobe, e aquele sonho começa a e tornar realidade. QUEM É VOCÊ? O que espera da própria vida?

Pare de procurar respostas onde não existe! Se quiser algo consolidado, invista em você, através de um profissional sério, que evidencie suas habilidades, pontos de melhorias, principais competências, coisas que às vezes, nem mesmo você sabe que consegue fazer. Se descubra! Entenda que as respostas estão em você, e o coaching vem ganhando espaço nesse sentido, com técnicas pontuais, trás a tona, a clareza do seu próprio eu, e nesse sentido as atitudes começam a ser mais assertivas e você para de perder o bem mais precioso que é o TEMPO.

O autoconhecimento esclarece suas ações e reações, você poupa conflitos, discussões internas e externas. Conheça seus pontos fortes, de melhoria. É preciso conhecer seus próprios talentos, explorar em si mesmo o que tem de melhor, estabelecer um objetivo claro e que seja mensurável, e por fim, traçar um planejamento de como chegar lá. Seguindo essas regrinhas, meu querido (a), o céu é o limite.

Lembre-se que as respostas estão em você! Sugiro ainda que você aproveite esse início e reflita sobre você, faça uma faxina interior, uma lavagem geral, se conheça! Nossa evolução é constante e se atentar para as mudanças que devem ser feitas é o primeiro passo para uma vida pessoal e profissional de muitas alegrias e conquistas.

Busque orientação. Comece hoje! Comece como está! Invista em você!

 

 

 

 

 

 

 

BUSCANDO O IMPOSSÍVEL – SEMPRE O JEITO MAIS CERTO DE PERDER O POSSÍVEL

 

Tudo é POSSÍVEL para quem quer. Verdade? Não exatamente, se tivéssemos a clareza da lagartixa, não haveria perdas em nossa existência: a cada pedaço de cauda cortada, outro seria feito espontaneamente. Qual o simbolismo da lição da lagartixa?
Em primeiro lugar, o que é POSSÍVEL? E o IMPOSSÍVEL? O que é o tudo? Podemos tudo? Sim, podemos tudo. Se entendermos que tudo é o que está ao nosso alcance. A cada vez que realizamos uma plenitude, de momento a momento, estamos alcançando o tudo. E o tudo é, portanto, sempre parcial em relação ao todo universal, porém sempre completo em si mesmo.
Ou seja: existe no universo todas as POSSIBILIDADES DE REALIZAÇÃO à nossa disposição. Só que, por força de estarmos agora num campo limitado e de estarmos sujeitos às interferências dos movimentos energéticos que não nos pertencem, não nos encontramos capacitados a vivenciar está PLENITUDE SEM LIMITES, a não ser que alcancemos neste campo material um tal grau de fé. Compreensão e transcendência que nos permita a tranquilidade suficiente para enquanto matéria, atravessar com segurança e certeza os limites da nossa dimensão para viver simultaneamente todas as outras faixas energéticas nas quais, em realidade, existimos. Mas isto seria uma raridade para nós mortais.
Na verdade, PARA TER A SENSAÇÃO DA SATISFAÇÃO, não precisamos nem ir longe, pelo contrário: quanto mais vivenciamos o que cada momento nos oferecem com tudo que oferece, no raio exato do que nossa clareza pode tocar, nossa mão e nosso sentimento, porém compreender, mais certas as nossas chances de experimentar a felicidade – SE ENTENDERMOS FELICIDADE A VIVÊNCIA DA SATISFAÇÃO, O ESTAR DE BEM COM A VIDA.
O que normalmente nos confunde é exatamente e – apenas, tentar olhar mais longe do que a visão enxerga, pegar o que está fora do alcance, insistir em viver o que não pertence, neste momento, ao nosso raio de ação, ainda que possa vir a entrar nele posteriormente. Mas o futuro não interessa, porque o futuro, embora funcione como referencial, é sempre móvel, portanto, ilusório, até que se concretize – e aí já é presente.
Olhar para o objetivo fora do nosso alcance (o impossível) com rigidez é pura perda de tempo. CONCENTRAÇÃO, E NÃO DISPERSÃO, este é o segredo da lagartixa, que permite que refaça concretamente a matéria perdida. Se estamos concentrados no aqui e agora, no controle de todas as potencialidades viáveis diante do que o que o momento propõe, nossa força será muito mais ampla e completa e pode nos permitir conseguir o máximo (que pode ser o total de ofertas daquele momento) e ter a sensação de não só realizar o POSSÍVEL, mas, muitas vezes, também o que parecia IMPOSSÍVEL.
Porque o POSSÍVEL pode parecer IMPOSSÍVEL se nos distanciarmos dele desconcentrando a nossa atenção, pois ao nos fixarmos em pontos mais distantes não percebermos aquilo de que realmente somos capazes agora. E se por acaso nossas reais e atuais capacidades, embora desapercebidas, se torna realizações, temos a ideia de ter alcançado o impossível.
Portanto, não se lance na busca dos objetivos fora do alcance. Trace sua meta, porém se jogue concretamente na etapa que se apresenta para ser vivida agora, conforme se apresenta. Saltar degraus pode levar a um mero tombo.
Na verdade, nada é impossível, no sentido lato. Todo elemento componente do Universo está capacitado a vivenciar qualquer uma de suas instâncias. Mas, por força da estrutura própria do campo material com seus obstáculos, sempre haverá para nós estas ideias do sim e do não, do que pode e do que não pode, do POSSÍVEL E DO IMPOSSÍVEL – conceitos e situações que são sempre transitórios e mutáveis, porém reais no momento que se apresentam como tal.
Outra coisa que acontece com frequência, é nos fixarmos nos objetivos “inalcançáveis” como uma sabotagem da nossa insegurança, para nos impedir de alcançar o que podemos e que, muitas vezes contraria as normas vigentes, a nossa formação, as expectativas sociais. E aí vem o famoso “medo de ser feliz” – que ser feliz é meio exceção quando deveria ser a regra. E assumir a exceção, normalmente, gera insegurança. Mas fácil, para sabotar. E estar sempre em busca do impossível, como desculpa para nunca chegar a lugar nenhum.
Mas se você realmente deseja a sua realização, concentra-se no que é viável a que é agora. De possível em possível, alcançará todos os Impossíveis, acredite.

ESSE É O MOMENTO!

Se no fim de 2016 você não traçou qual seria a seu objetivo para 2017, calma! Vamos dar um jeito nisso! Você ainda pode se organizar para um fechamento de ciclo mais satisfatório e produtivo.

De uma forma geral o brasileiro não tem o hábito de se programar para o futuro no entanto é imediatista e tenta materializar seus objetivos de forma rápida e muita das vezes inconsistentes.

Um objetivo é o que move o indivíduo para tomar alguma decisão. Gostaria que você refletisse: Como gostaria de estar em 31.12.2017?  Como seria passar o réveillon desfrutando das suas conquistas? Então, papel e caneta na mão para iniciarmos juntos a construção de um projeto que se tornará realidade em breve, mas para isso seu comprometimento é essencial.

Vamos  nessa?

1º IDENTIFICAR

Temos apenas 6 meses e dentro desse período reflita: Dentro da sua realidade, o que você poderia fazer diferente para alcançar melhores resultados? O que te aflinge? O que vem acontecendo que você gostaria que fosse diferente? Nesse contexto, o que depende de você? Anote tudo para lembrar. Tem coisas que não estão dentro de nossos valores e anseios no entanto dependem de terceiros, para tanto, nesse processo de identificação considere aquilo de depende de você. Exemplo: Programa de emagrecimento: existem várias técnicas, métodos, maneiras diferentes de se fazer, no entanto a execução depende de você. Outra questão que podemos citar se refere ao relacionamento familiar: São maneiras diferentes de se perceber uma mesma situação, no entanto, a sua forma de falar, capacidade de ouvir, depende da sua predisposição de se colocar no lugar do outro. Da mesma forma para a aprovação no vestibular, dar mais atenção para a família, ser um profissional melhor, enfim, é contigo!

2º PLANEJAR

Ok! Depois de anotar observe bem, tudo que escrever e vamos para o planejamento das ações. Para cada ponto mencionado:

Como você vai agir / reagir?

Com qual intensidade? Quantas vezes por semana?

De que forma? Qual abordagem?

Esse segundo passo, diz respeito ao método que será utilizado por você para a realização do seu objetivo. Afinal, o sucesso ou fracasso do se 31.12.2017 depende de você!

3º EXECUTAR

Atitude. Colocar em prática aquilo que se sabe que deve ser feito é uma habilidade que desse ser desenvolvida diariamente.

Atualmente, com o avanço da tecnologia temos acesso a inúmeras informações que favorece a nossa compreensão do que efetivamente deve ser feito em nossa vida pessoal e profissional, a grande questão é quanto desse conhecimento é aplicado no seu dia a dia? Já pensou sobre isso? Quanto daquilo que você sabe, você faz? Ou melhor, quantas coisas você faz sabendo que não deveria fazer?

Um dos mais renomados filósofos da atualidade, Mario Sergio Cortella, esclarece que “Mudar é complicado, mas se acomodar é perecer”.

Se aproprie das etapas 1 e 2 construídas por você e FAÇA!

Lembrando sempre que DEPENDE DE VOCÊ!

Nos vemos no réveillon!

 

MAS FALE PRINCIPALMENTE COM VOCÊ

Você passa na frente do espelho, se olha meio assim meio de lado, de sorrateio e vai embora. Vários dias. De repente, você se vê numa situação e não sabe como agir, é surpreendida pelos acontecimentos e por uma total falta de definição, dentro de você a respeito do que fazer. Você acorda de manhã e não tem ideia alguma de como levar o seu dia, procura suas motivações e não encontra, e se pergunta? “ LEVANTAR DA CAMA PARA QUÊ?”

Essas são situações frequentes que acontecem conosco, vamos andando pela vida feito zumbis, sem nos darmos conta de que estamos vivendo, passamos de um acontecimento para outro sem deixar ou sem receber nenhuma marca, nenhuma impressão. Sempre na superfície. Tem coisa pior que passar a vida em branco? Tem coisa pior do que a ideia de que perdermos uma oportunidade, a sensação de que seguramos alguma coisa que escorregou entre nossos dedos, porque não sabíamos exatamente se queríamos ou não segurá-la? Ou porque não estávamos preparados para fechar os dedos?

Por que estamos sempre acompanhados dessa eterna sensação de confusão? De não sabermos exatamente o que queremos, por que queremos? por onde ir, o que fazer de nós mesmos, dos nossos desejos? Por que estamos sempre presos em sonhos inalcançáveis, a fantasia que temos certeza que nunca irão se realizar e temos tanta dificuldade de mergulhar na realidade, de pôr o pé no chão e saborear a vida real com tudo que ela tem de bom para nos dar?  Por que somos “ perseguidos” por esta ideia de nunca estamos de fato nos acoplando com aquilo que é nosso para viver? De onde vem tudo isso? Qual é o “defeito” neste encaixe que não nos permite escorregar suavemente, fluir para simplesmente encher e preencher os espaços que pertencem neste mundo?

Muito bem,  será falta de comunicação? Só que antes de nos comunicarmos com os outros, com o mundo, com a vida, é necessário que aconteça a intercomunicação ou seja , a comunicação conosco mesma, e este é outro aprendizado que ninguém nos deu. Muito pelo contrário, fomos acostumadas a simplesmente a reagir ao que nos é colocada, a obedecer sem discutir e mais ainda, sem nos perguntar a respeito do que pensamos , como sentimos e do que desejamos diante a cada situação proposta. Simplesmente nos acostumamos a reagir automaticamente, sem questionar, ou engolindo os questionamentos. Questionar parece um palavrão. A atitude de fazer perguntas, de querer saber, de tentar analisar e discutir as situações que outros nos colocam desde pequemos como as que devem ser vividas é tomada geralmente como rebeldia, como má-criação, como alguma coisa que não se deve fazer.  Sempre que nos posicionamos neste sentido de tentar discutir alguma “ordem” dada, alguma situação que a sociedade convencionou que é a que deve ser vivida e da maneira como todo mundo acredita que deve ser, somos tomados como pessoas indigestas, incômodas e que ferem o padrão. Evidentemente, isto vem acompanhado sempre de uma sensação de culpa e vai gerando uma insegurança crescente que impede que a gente se posicione.

Mais uma vez aqui nos habituamos a simplesmente ir dando os passos sem perceber o caminho sobre o qual pisamos. De repente, é claro, nos surpreendemos completamente distantes de qualquer tipo de rumo que desejávamos tomar originalmente na nossa vida, e muitas vezes permanecemos ali simplesmente por não percebermos  haver alternativas. Nos enveredamos por rumos errados pegando desvios atrás do outro, longe do nosso verdadeiro caminho por não  sabermos o que fazer de nós mesmas, não sabemos como dar a volta, como retomar o que é nosso destino, o que nos pertence de fato.

Por que isso acontece? A resposta é bem mais simples do que possa imaginar. Aliás nem sequer paramos para imaginar o que possa ser essa resposta nos termos da sua simplicidade, estamos sempre procurando aquilo que é mais complicado e que nem sempre contém os esclarecimentos.  O que nos leva a ir de confusão em confusão é a falta de comunicabilidade com o nosso próprio mundo interior. Partimos para a vida no sentido cotidiano, desde o momento que acordamos, e ao longo do nosso dia, simplesmente saltando da cama e começando a cumprir todos os rituais e obrigações para os quais o dia a dia nos solicita.

Evidentemente isto vai gerando uma espécie de dormência ou embrutecimento do sentir e também do pensar. É melhor não pensar, é melhor fazer de conta que não está acontecendo, é melhor passar pelo espelho e no máximo dar aquele olhar de sorrateiro, para não nos encararmos e perguntarmos: “Quem sou eu? O que eu quero para minha vida? Quais são meus objetivos? O que eu estou fazendo aqui?” Certamente é difícil fazer estas perguntas porque isto nos levaria a ter que agir, a ter que enfrentar muitas vezes situações que nem sequer nos passa  pela cabeça, modificar e criar. No entanto, isto é um erro.

Antes de mais nada, antes de qualquer passo para fora, é preciso assentar o caminho para dentro, dar todos os dias os passos na direção do nosso “eu” interno, para se perguntar, para se descobrir, para se questionar, para saber com convicção o que somos em nossa essência e colocarmos essa essência para fora de maneira ativa, para que frutifique e possamos colher como fruto aquilo que é a nossa verdadeira semente.

Saberemos exatamente o que fazer diante das situações, não talvez de uma forma pensada, mas sim de uma forma existencial, se tivermos um mínimo de domínio do nosso universo interno. Manter um diálogo interno, sem pressões, sem culpa, sem cobranças é o modo de estarmos sempre prontas para enfrentar as diversas situações que nos são apresentadas no dia a dia. É Essencial  mantermos nosso equilíbrio, ser nossa maior incentivadora, aquela que mais nos entende…se não começar por nós mesma não adianta ficar esperando o estimulo externo, a compreensão , a aceitação do outro. Ninguém vai nos entender, vai nos querer bem, se nós não formos as primeiras a fazer isso, como se estivéssemos dando um sinal verde que diz. “ Eu permito que você me ame.”   

Portanto, ao passar diante do espelho várias vezes e perceber que não está conseguindo se olhar nos olhos, volte um pouco para trás, ponha-se de novo diante do espelho e o encare. Converse com você, pergunte a você mesma o que está acontecendo. Por que não está conseguindo sequer olhar para você mesma por fora, que dirá por dentro. E então recomece a conversa, e habitue-se a ela daqui para a frente de uma vez por todas. Desta maneira você está dando a partida correta para estabelecer as suas relações com o mundo, com os outros.  Dessa maneira, você vai se sentir finalmente existindo, percebendo, permitindo-se, perceber sua própria existência, sem julgamentos a respeito de você mesma.

QUAL É SUA MISSÃO DE VIDA?

O que é mais importante? O que deseja ser?                                   

Em que acredita? Se você ainda não sabe responder a todas essas perguntas, não perca tempo: reflita, avalie e descubra para que veio a este mundo – FARÁ TODA A DIFERENÇA EM SUA VIDA!

Poucos setores da vida das pessoas e das empresas são tão subavaliados quanto o tripé básico formado por missão, visão e valores. Esses conceitos fundamentais costumam ser esquecidos, ignorados ou deixados de lado, com graves consequências, tanto para as pessoas quanto para as organizações.

Para compreendermos melhor a importância deles, precisamos fazer um refletir no significado de Inteligência Emocional, cuja ideia surgiu quando se começou a perceber que nem sempre as pessoas com QI (Quociente de Inteligência) mais alto  eram as que tinham maior sucesso, seja na vida pessoal, seja na vida profissional. Como o QI era a forma mais respeitada para medir a inteligência, ficou a dúvida: por que nem sempre as pessoas mais inteligentes sobressaiam?

Dos diversos estudos realizados, quem melhor respondeu a essa pergunta foi Daniel Goleman, em seu livro Trabalhando com a Inteligência Emocional (editora objetiva). Ele dividiu a inteligência emocional em duas partes: competências pessoais e competências sociais. Chegou à conclusão de que esses fatores são muito mais importantes para  prever o sucesso ou insucesso das pessoas. As competências pessoais dividem-se em três partes: autoconhecimento, autogerenciamento e motivação, que formam uma trilha perfeita para o desenvolvimento de cada um. Já as competências sociais se dividem em: empatia e habilidades sociais.

Nesse trabalho fica muito evidente a importância do autoconhecimento como passo inicial da jornada do desenvolvimento pessoal. Não adianta pular essa etapa. Somente quem se conhece pode traçar  um plano eficaz de autodesenvolvimento. Cada pessoa possui seus pontos fortes e seus pontos fracos. De nada adianta desenvolver competências sociais como empatia e comunicação sem compreender quais são suas necessidades individuais.

Somente depois desse passo é possível executar o autogerenciamento e os demais. Afinal, uma das partes mais importantes do autogerenciamento é o cumprimento do plano de desenvolvimento pessoal, traçado na fase do autoconhecimento. A implementação desse plano é que vai gerar a motivação necessária para se atingir objetivos. E é aí que entra o  tripé básico. Conhecer-se bem significa saber primeiramente qual é a nossa missão de vida, nossos valores mais importantes e também nossa visão de futuro.

 

 

Que valores são esses? O que vem a ser a visão de futuro? Como faço para descobrir isso? Comecemos pela missão de vida. Ela é a frase que responde à pergunta. “ Por que estamos nesse planeta? ”. O propósito de vida é uma lembrança de quem somos e do impacto que causamos no universo. Falo aqui sobre esse fator sem nenhuma conotação ou crença religiosa. Missão de vida é simplesmente aquilo que precisamos fazer para nos realizar como seres humanos completos. É o que nos inspira e motiva a fazer a diferença em cada dia de nossa vida. Realizá-lo faz com que a vida seja completa e feliz.

Mas se isso é tão importante como podemos saber ou descobrir nossa missão de vida? Em nossos trabalhos como coachs, nos cursos, workshops de liderança, eu e minha sócia Lays  ajudamos nossos clientes a encontrar sua missão com algumas perguntas:

  • O que em sua vida está incompleto?
  • O que você gostaria de fazer para se considerar completamente realizado?
  • O que você gostaria de aprender?
  • Quais são as coisas mais importantes da sua vida?
  • Se você tivesse todo dinheiro que necessita, o que mudaria na sua vida e o que não mudaria?
  • O livro/filme mais inspirador que já leu/assistiu…

É importante frisar que não existe missão certa nem errada. Cabe apenas a você saber se a sua missão lhe inspira e lhe impulsiona. Pense nisso!

Valores e Crenças

Descoberta a Missão de vida, que cá entre nós, não é um processo muito rápido, podemos partir para os valores e crenças, os princípios que guiam nossas ações e a nossa vida. Explicitá-los pode transformar nossa vida. O que é mais importante para você entre liberdade, felicidade, família, honestidade, etc.? Liste os seus dez valores mais importantes. Agora coloque-os em ordem de prioridade do primeiro ao décimo. Por fim, o mais importante, dê uma nota de 0 a 10 para quanto você vem honrando e respeitando cada um desses valores.

Se alguma nota for abaixo de 7, comece a refletir o que teria que acontecer na sua vida para  que passe a 10. Pronto! Monte seu plano de mudança imediatamente, pois se você não honra seus valores mais importantes dificilmente vai ter sucesso na vida.

 Futuro

Chegamos ao passo final, sua visão de futuro. São as imagens mentais que nos inspiram a agir e a tornar nossos sonhos em realidade. Visão nos dá direção e pode criar objetivos de vida. Comece pensando no seu futuro daqui a dez anos. Onde você gostaria  estar vivendo? Onde gostaria de estar trabalhando? Com quem gostaria de estar vivendo ou convivendo?

Crie um filme para a sua vida. Se você  ainda não sabe exatamente onde deseja estar, comece a refletir sobre isso e crie essa visão. Faça de conta que você é um diretor de cinema e imagine um filme com uma vida maravilhosa na qual você é o ator principal. Uma vida inspiradora pode fazer toda a diferença no seu cotidiano. Sabendo aonde se que ir, podemos chegar mais rapidamente até lá. Se sua visão de longo prazo está incongruente com as suas atitudes, essa é a hora de tomar a atitude de mudar.

Muito bem. Agora seu tripé está completo. Cheque se os três estão congruentes entre si. Se um deles for incompatível, com qualquer um dos outros dois, você está preparando uma armadilha para você mesmo.

Mas se o tripé estiver harmonioso e for inspirador para você, corra para colocar em prática uma vida maravilhosa. Não tenha vergonha de ser diferente dos outros e não receie buscar uma vida extraordinária. Afinal, ela só existe mesmo para quem acredita nela.

VOCÊ ACREDITA?!