GESTÃO POR RESULTADOS

Concentrar os esforços de uma organização em tarefas que não trazem resultados é como enganar a si mesmo e ainda se lamentar por que as coisas não acontecem. Por outro lado, acompanhar a evolução, conhecer os riscos e as oportunidades motivam os envolvidos a fazerem mais a partir de métodos mais assertivos com resultados melhores.

Apresentado primeiramente por Peter Drucker em 1954 em seu livro The Practice Management, a gestão por resultados nunca foi tão atual. A concorrência acirrada faz com que a s empresas se atenham ao real motivo que as fazem atuar dia a dia, vencendo os desafios e fortalecendo a dedicação de seus esforços.

São vários os pontos positivos que favorecem a aplicação da gestão por resultados nas organizações, em especial as micro e pequenas empresas, como por exemplo: a) motivação dos colaboradores:   participam da formação do objetivo, reconhecendo  importância do seu trabalho; b) melhorias na comunicação: quando as pessoas que compõem a empresa tem claro para onde estão indo o diálogo está sempre voltado para um único objetivo e tudo é feito em prol da realização do mesmo, a partir de feedbacks sinceros, troca de informações que favoreçam o todo, etc; c) Clareza constante dos objetivos e das metas estabelecidas: proporciona o acompanhamento contínuo das métricas e a aproximação dos resultados; d)  melhoria na produtividade: validação do que deve ser feito, agilidade no processo, consciência das etapas e da fase de construção.

QUANDO IMPLANTAR A GESTÃO POR RESULTADOS (GPR)

Os modelos de gestão se renovam rapidamente e é preciso muita atenção para acompanhar essas mudanças e aderir o método mais eficaz para cada tipo de negócio. Trabalhar desesperadamente durante a semana, sem poupar sábados e domingos e escandalosamente ridículo quando se fala em gestão do tempo, produtividade, assertividade, objetivo e foco. A mente precisa de fôlego para se reabastecer de insights e perspectivas inovadoras que te permitam ir além, pautado sempre na forma estratégica de realizar os seus sonhos.

Flexibilidade e a palavra chave para esse modelo, onde os métodos convencionais sem sempre são prioridades e a mente permanece aberta para novas possibilidades.

 

ETAPAS FUNDAMENTAIS DA GPR

Seguindo os passos acima é perfeitamente possível a introdução de uma nova forma de acompanhar os resultados alcançados em tempo hábil para que as mudanças necessárias sejam aplicadas sem que a empresa sofra uma queda, afinal, é mais barato manter do que construir.

MÃO NA MASSA

O que você está esperando?

Qual a real necessidade do seu negócio e o que você precisa fazer hoje para estar onde deseja em 31.12.2017? O mês de junho marca a metade exata do ano então eu questiono, 50% da sua meta programada para 2017 já foi cumprida? Se a resposta for não, aperte o cinto e tome uma atitude antes que a concorrência faça por você! Ah! Antes que eu me esqueça, já pense na sua recompensa, pode ser uma viagem, um curso de extensão, algo que te deixe bem e feliz para os desafios da próxima etapa, mas só vale é claro, se você chegar lá! Vamos nessa?

Foco e disciplina!   Eu acredito em você!

 

 

O QUE É OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO PARA VOCÊ?

Certa vez, Max Gehringer  escreveu em um de seus  artigos cujo título deu chance a uma pergunta: o que é oportunidade? O próprio Max a respondeu. “ É aquilo que você quer muito, mas, de tanto querer, não consegue enxergar”.

A palavra “oportunidade” deriva de “porto”. “Os antigos e heroicos marinheiros sabiam que, se as caravelas não aportassem em um local seguro, correriam um risco de ficar à deriva, encalhar ou naufragar, que é obrigação do porto sair em socorro das caravelas”.

Mas o pior, mesmo, é quando o já estressado marinheiro passa pelo porto ansiosamente procurado sem conseguir avistá-lo.

Mas o que fazer para não perder as oportunidades quando essas passam por nós? Como reconhecer que certo evento enseja oportunidade? A habilidade para identificá-las é rara e não pertence a todos? Ou existe um processo que permite identificá-las?

A melhor definição de oportunidade que encontrei vem de Fernando Pessoa “ fenômeno exterior” fazendo uma analogia para o mundo dos negócios, existe lá fora algo que poderá motivar uma iniciativa da sua parte, isto é, ser por você transformado em consequências vantajosas, em realização pessoal e resultados financeiros.

Com a definição de oportunidade dada por Fernando Pessoa como pano de fundo, o ponto que desejo atingir é o seguinte: chega o momento de decidir o tipo de negócio em que você investirá. Como tomar essa decisão? Que tipo de negócio deve escolher? Em que momento?

Normalmente a ordem dos acontecimentos é o seguinte: você mergulha no processo de autoconhecimento, define sua visão de futuro, define as características do negócio em que investirá em função da compatibilidade deste com seu perfil, define o negócio, os produtos e serviços que viabilizarão esse negócio, e pôr fim a estrutura da empresa. No entanto, sabemos que nós seres humanos que somos, não funcionamos dessa maneira segmentada e ordenada, muito pelo contrário, em geral os pensamentos aparecem juntos e em turbilhão. É por essa razão faz–se necessário entrar no processo de autoconhecimento, e esse processo não tem prazo de duração, é impossível precisar quando se inicia e quando termina. A priori, o empreendedor acumula um repertório de reflexões que, paulatinamente, habilitam – no a tomar decisões.

NECESSIDADES DE MERCADO E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS

Por onde se inicia um negócio?

Inúmeras vezes, essa pergunta foi respondida da seguinte forma: “ A primeira coisa que se tem a fazer é alugar um imóvel. Em seguida, corre atrás de móveis nem que sejam usados, o estritamente o necessário para o início do negócio. A próxima providencia é comprar a máquina que vai produzir seus produtos. Não esqueça de tentar financiamento para essa máquina. Serão necessários também, materiais de escritório, computado, etc. Próximo passo contratar funcionários. Não esquecendo de contratar uma faxineira pelo menos uma vez por semana, os clientes podem ficar mal impressionados caso o ambiente fique sujo. Escolha um escritório de contabilidade de sua confiança, pois ela deverá registrar juridicamente seu negócio. O último passo, evidentemente, é divulgar seu negócio. Faça uma fan page, crie um blog e divulgue nas redes sociais. Daí em diante, é só aguardar os clientes. Boa sorte!”

No caso desse empreendedor, muita sorte é pouco ainda. Não é esse o raciocínio correto na abertura do negócio. Esse é um caminho certo para o fracasso. Por quê?

Não se inicia um negócio pela montagem da empresa para depois definir quais produtos e serviços a serem ofertados, quais clientes se pretende atingir e o que é pior quais as necessidades desse público.

A própria definição de oportunidade de Fernando Pessoa confirma esse raciocínio. O caminho das empresas de sucesso orientadas para o cliente é outro: primeiro identificam as necessidades de mercado que se pretendem satisfazer, em seguida procuram conceber o tipo de produto e serviço que atenderão essas necessidades. Por último, desenham a estrutura produtiva, administrativa e operacional que possibilitará tais produtos e serviços.

É valido afirmar que uma das vantagens a definir o negócio é a obrigatoriedade implícita de se identificarem as necessidades dos possíveis clientes a serem atendidas pelos nossos produtos e serviços.

É por esse motivo que o primeiro desafio ao empreender, depois do exercício do autoconhecimento, é a definição do negócio, que permite inclusive que todos aqueles direta e indiretamente envolvidos com a empresa – clientes, sócios, funcionários, fornecedores e familiares – enxerguem-no da mesma maneira.

Um mesmo negócio pode ser encarado de formas distintas. Isso faz com que cada agente caminhe em sentido diferente. E com tantos sentidos diversos, a empresa perde o rumo. Na realidade, essa falta de definição do negócio leva muitas empresas ao fracasso, não apenas porque seus produtos ou serviços não atendem de fato às necessidades dos consumidores, mas porque seus sócios enxergam o negócio de maneiras distintas e imprimem cada qual um rumo diferente às suas atividades e às da própria empresa.

As ações individuais são motivadas por anseios diferentes que vislumbram, impondo caminhos diversos e até antagônicos. Neste tipo de empresa, é comum que um sócio entenda que o negócio exista para satisfazer necessidades distintas daquelas imaginadas pelo outro sócio. Cada sócio enxerga razões e motivações diferentes para a existência da empresa. Seus discursos são incompatíveis, suas ações não se complementam e pior do que isso, chocam se muitas vezes. Em contrapartida, acerta-se na direção quando os sócios enxergam o negócio da mesma maneira e desencadeiam ações no mesmo sentido. O objetivo passa a ser único, o discurso se torna homogêneo e os resultados mais positivos.

 

SUA EMPRESA ESTÁ FALINDO? NÃO É CRISE É MÁ GESTÃO!

No ano de 2016, as micro e pequenas empresas foram responsáveis por 61,8% dos pedidos de recuperação judicial, conforme dados da Serasa Experien.

Embora a crise econômica no país promova instabilidade nos resultados dos empreendimentos é a má gestão que favorece a falência e nesse sentido é importante que os empresários estejam atentos aos sintomas.

Para a maioria dos empreendedores, o negócio é como um filho. Ele investe todo o amor e economias para que sua empresa cresça e dê certo. Admitir que um sonho fracassou e parar antes que tudo piore é um desafio para o empresário que muitas vezes demora a perceber os sinais e se distancia de uma possível reestruturação empresarial.

Fique atento a 5 dicas para manter a saúde da sua empresa:

1 Respeite seu negócio

O foco no empreendimento e a atenção as demandas que surgem no dia a dia é fundamental para que o empresário tenha clareza do que vem acontecendo no seu negócio. Respeitar a empresa significa se comprometer, estar presente, cumprir as regras básicas, como é o caso de ter um horário específico para chegar, colocar em prática a rotina de atividades, não deixar para depois as ações que precisam ocorrer hoje e principalmente  ter consciência  de que a percepção que o empresário tem do negocio e a forma como ele age diante disso tem uma relação direta com o que o funcionário pensa sobre a empresa. Dessa forma, se você acredita que sua equipe não veste a camisa ou não se compromete o suficiente, comece a analisar se você respeita o seu negócio, como deveria.

2 Separe pessoa física de pessoa jurídica

Se você ainda acredita que ao longo do mês tem o direito de retirar valores no caixa para quitar despesas pessoais, pare tudo agora! Faça uma análise da atual situação da sua empresa, seus custos fixos, variáveis, últimos resultados, etc. e avalie o que cabe no orçamento como forma de retirada. Isso mesmo! Indagações como: Preciso pagar minhas contas! Eu trabalho aqui o dia todo, tenho direito a um salário! Ou qualquer coisa do tipo é um sinal de que sua empresa não vai se manter por muito tempo. Se o pró-labore que sua empresa pode pagar hoje, não é suficiente, alinhe sua estratégia, procure formas de ampliar seus lucros, e a partir daí, comece a aumentar suas retiradas, do contrário, você terá uma surpresa desagradável em breve.

3 Ouça os especialistas

A assessoria empresarial tem a função de acompanhar o empresário na estruturação / reestruturação do seu negócio e com base em um levantamento bem estruturado é possível ter clareza da real necessidade da empresa, seus pontos fortes, fracos, onde é preciso “estancar” e onde cabe ampliação e investimento. Essa é uma prática comum, em especial para empresas que tem o corpo diretivo focado nas questões operacionais, que de fato são muito importantes, mas totalmente dependente de uma gestão eficiente, que otimize resultados e promova desenvolvimento. O mercado mudou muito, as coisas acontecem de forma rápida e ser realista quanto a necessidade do empreendimento é fundamental para que as medidas sejam tomadas de forma assertiva e suficiente para a manutenção das atividades. Mas atenção. É fundamental que você esteja aberto a opiniões contrárias, e avaliar críticas e sugestões com humildade: muita gente pode te ajudar se você souber ouvir.

4 Mantenha o foco

Defina o que é importante para você! Somos incentivados diariamente a sair do foco. Novas propostas, perspectivas, negócios aparentemente mais atrativos, entre outros fatores que tendem a tirar a atenção do empresário. O que é importante para você? Qual a sua prioridade? Reflita sobre isso, e faça tudo em prol desse objetivo. A empresa precisa de atenção e o olhar constante do empresário faz toda a diferença. Esteja atento as necessidades do seu negócio, se aproxime dos colaboradores, ouça o que eles tem a dizer, direcione suas energias para o que deve ser feito, dessa forma, você consegue se antecipar aos problemas e ser eficiente nos processos a ponto de garantir a manutenção da empresa no mercado competitivo.

5 Atitude

O conhecimento do passado e as projeções futuras de uma empresa é o ponto de partida para se organizar um caminho de sucesso, no entanto, não são suficientes para concretizar qualquer possibilidade de ascensão. A atitude transforma a realidade de uma casa, uma empresa, uma cidade, um país. O seu negócio precisa de você! Os problemas que ocorrem na sua empresa são de sua responsabilidade, assim como as coisas boas também. Suas ações têm sido assertivas ou destrutivas? Já pensou sobre isso? Fazer por fazer, sem avaliar as consequências, não faz o menor sentido. Se informe, entenda o que sua empresa precisa e FAÇA!